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Jiu Jitsu é mais um instrumento que ajuda a melhorar a vida de jovens com deficiência

 

Quem assiste um treino dos meninos no Jiu Jitsu reconhece imediatamente que uma pessoa com deficiência mental consegue aprender um esporte, está muito claro nos movimentos e reações. O Centro de Vivências Despertar para Vida (CVDVIDA), em parceria com a Academia Elite, está realizando mais um trabalho pioneiro no Estado, ensinando Jiu Jitsu a jovens com algum tipo de síndrome, transtorno ou deficiência mental. Os resultados já podem ser avaliados após completar um ano e seis meses de treino.

Segundo o instrutor voluntário Felipe Ferreira, 20 anos e faixa roxa, a luta ajuda os alunos no desenvolvimento de várias áreas, como a coordenação motora, atenção, concentração, trabalhando noções de lateralidade e equilíbrio.  “Me sinto motivado vendo estes meninos com disposição e alegria unindo o esporte, no caso o Jiu Jitsu, com trabalho que ajuda muito o cérebro e o corpo, melhorando sua qualidade de vida. Já conseguimos ver a evolução no tipo de treino, conseguindo memorizar os exercícios e aplicar”, explicou. Ele admite que a dificuldade inicial de manter a concentração da turma nos 50 minutos de aula foi grande, mas no decorrer foi transformando e todos estão mais focados nos exercícios, motivando a equipe.As aulas são ministradas todas as terças e quintas na Academia Elite, em Itararé. As pessoas interessadas em matricular jovens com deficiência podem procurar a ONG e passar pelo setor de Assistência Social para encaminhamento ao projeto.

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